
TESES E DISSERTAÇÕES
DOUTORADO
AIRES, Leomaris Wunderwald. Diálogos entre cinema e literatura: o caso da adaptação de Estive em Lisboa e lembrei de você. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2018.
ARAÚJO, Cecília Guedes Borges de. Brevitate vitae do sobre(viver) ao morrer: a condição melancólica em Luiz Ruffato e Lars Von Trier. Campo Grande, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2026.
BARBOSA, Cátia Valério Ferreira. Representações da realidade em romances brasileiros contemporâneos: A literatura da angústia. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2006.
BARRETO, Francismar Ramírez. Uma fábula no compasso da História: estudo para Inferno Provisório em seis atos. Brasília: Universidade de Brasília, 2012.
BENEVENUTTO, Luiz Fernando Etelvino. Efeitos da rasura: memória, história e identidade no romance brasileiro contemporâneo. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, 2024.
BORDINI, Maria Isabel da Silveira. Luiz Ruffato e o romance proletário no Brasil. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2019.
BURT, Benjamin David. Cities of Dreams and Despair: Utopia and Dystopia in Contemporary Brazilian Film and Literature. Los Angeles, University of California, 2020.
BUSTAMENTE-VERAS, Paula Andrea. A cidade fictiva: visões e mundos da cidade em contos contemporâneos brasileiros, chilenos e portugueses. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2007.
CAMPOS, Gleidston Alis Mendes de. Mosaicos, hiperlinks e outras dispersões: considerações sobre Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, e Ó, de Nuno Ramos. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, 2019.
CARBONERA, Ildo. Trajetórias da narrativa ítalo-brasileira: Dove è la cuccagna? Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2008.
CASTRO, Felipe Dartagan Maropo Teixeira de. Compleição do migrante em Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato. Campo Grande: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2022.
CASTRO, Márcia Carrano. A construção do literário na prosa narrativa de Luiz Ruffato. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2010.
CERQUEIRA, Rodrigo da Silva. Um escritor excepcional, uma obra de exceção: o Inferno provisório e as movimentações de Luiz Ruffato no campo literário brasileiro. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2016.
COUTINHO, Ilmara Valois Barcelos Figueiredo. Margens limiares da prosa contemporânea: a poética do fragmento em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, e Ó, de Nuno Ramos. Porto Alegre: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2014.
FERREIRA, Kleber Manzione Lima. No rastro do outro, nos restos de mim: rubricar o irmão, esconder Narciso. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, 2025.
FILGUEIRAS, Virgínia Aparecida Ramos. A migração do operário cataguasense em Inferno provisório. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2016.
HAUCK, Marcelo Antônio Ribas. Migrações geográficas e textuais em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2013.
KONZEN, Paulo César. Ficções visíveis: diálogos entre a tela e a página na ficção brasileira contemporânea. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2006.
LIMA, Andressa Estrela. A potência do silêncio na literatura brasileira recente. Brasília: Universidade de Brasília, 2023.
LOBO, Rosana Corrêa. Inferno provisório: representações do Brasil fora da ordem e do progresso. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2014.
MELO, Cimara Valim de. O lugar do romance na literatura brasileira contemporânea. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2010.
MENDES, Marco Aurélio de Sousa. A personagem em Fernando Cesário, Luiz Ruffato e Ronaldo Cagiano: alteridade e desenraizamento em três universos. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009.
NUNES, Matheus da Costa. São Paulo: a cidade moderna e a metrópole contemporânea nas obras de Alcântara Machado e Luiz Ruffato. São Paulo: Universidade Mackenzie, 2021.
OLIVEIRA, Gislei Martins de Souza. Aporias do tempo em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. Assis: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2018.
OLIVEIRA, Marcos Vinícius Ferreira de. A Ruína e a Máscara: as contradições da modernização conservadora em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2011.
OLIVEIRA, Waldívia de Macêdo. Eles eram muitos cavalos – o romance duchampiano de Luiz Ruffato. Campina Grande: Universidade Estadual da Paraíba, 2020.
POKULAT, Luciane Figueiredo. A “história a contrapelo” no painel romanesco de Inferno provisório: da fábula da migração à fábula do (des)enraizamento. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2016.
RIGUETTO, Ingrid Zanata. Heróis efêmeros: uma análise de Inferno provisório, de Luiz Ruffato. São José do Rio Preto: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2020.
ROSTELLO, Luciana Greanin. Diálogos e conexões entre a arte e a literatura comparadas nos romances Memória de elefantes, de Antônio Lobo Antunes, e O verão tardio, de Luiz Ruffato. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2025.
SANTOS, Carolina Barbosa Lima e. O realismo prismático da obra de Luiz Ruffato. Campo Grande: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2019.
SARDINHA, Adriana. Do provisório ao tardio: As ruínas da modernidade brasileira na ficção contemporânea de Luiz Ruffato. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 2024.
SILVA, Cristina Maria da. Rastros das Socialidades. Conversações com João Gilberto Noll e Luiz Ruffato. Campinas: Universidade de Campinas, 2009.
SILVA, Daniele Cristina da. A poética palimpséstica de Inferno provisório, de Luiz Ruffato.Tangará da Serra: Universidade do Estado de Mato Grosso, 2020.
SILVA, Marcela Ferreira da. Sob os signos do trânsito: o espaço da solidão na narrativa de Luiz Ruffato. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2019.
SILVA, Wellington Augusto da. O desmanche em Inferno provisório. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013.
SOARES, Raoni Damiano. A inter-relação da morte, da memória e do mal em Inferno provisório, de Luiz Ruffato. Florianópolis, Universidade Federal de Santa catarina, 2026.
SOUSA, Camila Galvão de. As paisagens literárias da Zona da Mata Mineira nas narrativas de Luiz Ruffato. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2025.
SOUZA, Catharina Epprecht Pereira de. O amor pós-utópico na coleção Amores expressos: afetividade e ética na literatura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2015.
SOUZA, Francisco Elieudo Buriti de. O Brasil em Inferno provisório, de Luiz Ruffato. Fortaleza, Universidade Federal do Ceará, 2024
STAUDT, Sheila Katiane. Retratos urbanos em romances brasileiros do século XXI: uma leitura de Eles eram muitos cavalos, O fotógrafo e Satolep. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2015.
MESTRADO
ALVES, Gabriela Souto. O vernáculo brasileiro na contemporaneidade. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2014.
ANDRADE, Cinthia Ramalho de. A representação da solidão latino-americana em obras de Mario Vargas Llosa e Luiz Ruffato. Belo Horizonte: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2017.
AZEVEDO, Felipe Vigneron. A resistência na literatura em tempos de globalização. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2015.
BONADEO, Fernanda. A perspectiva da estrangeiridade em Flores artificiais, de Luiz Ruffato, e O estrangeiro, de Camus. Santa Cruz do Sul: Universidade de Santa Cruz do Sul, 2016.
BRITO, Francisca Maria de Medeiros. Tensas violências, pântanos urbanos: a narrativa curta de Rubem Fonseca e Luiz Ruffato. Mossoró, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, 2020.
BUSCÁCIO, Lívia Letícia Belmiro. O projeto de escritura literária de Ruffato: reflexões sobre a estética do romance brasileiro contemporâneo. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2007.
CAPOBIANCO, Eder Dias. Ecos do Naturalismo no projeto literário de Luiz Ruffato: uma análise de Eles eram muitos cavalos. Assis: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2019.
CARVALHO, Alyson Gonçalves. Maquinário da ilusão: crítica à modernidade em Patrícia Galvão e Luiz Ruffato. Campinas: Universidade de Campinas, 2023.
CASAIS, Allyson Augusto Silva. Dois anos infindos: o brasileiro como estrangeiro na ficção de Luiz Ruffato. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2020.
CERQUEIRA, Rodrigo da Silva. Estamos sempre indo para casa (Breve análise do Inferno provisório, de Luiz Ruffato). Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2010.
CHEZZI, Maria Angela. Tradurre Luiz Ruffato travarizione sociolinguistica e regoli editoriali. Lecce: Università del Salento, 2012.
COELHO, Luana da Silva. Eles eram muitos cavalos e Pssica: a literatura brasileira contemporânea imersa no caleidoscópio citadino. Belém, Universidade Federal do Pará, 2025
COLLI, Nathalia Elisa. Era uma vez no mundo do trabalho: Ecos da crise social e narrativa em Inferno provisório, de Luiz Ruffato. São Paulo, Universidade de São Paulo, 2024.
COSTA, Isabelly Cristina Gonçalves. As representações dos lugares e objetos na literatura e no cinema: O mundo inimigo, de Luiz Ruffato e Redemoinho, de José Luiz Villamarim. Niterói, Universidade Federal Fluminense, 2020.
DE FAULTRIER-TRAVERS, Isaure. L’Espace dans les contes de Luiz Ruffato. Paris: Université Paris IV – Sorbonne, 2010.
DEBORTOLI, Solange Fernandes Barrozo. A (des)construção narrativa como forma de representação da sociedade do espetáculo em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Erechim: Universidade Regional do Alto Uruguai e das Missões, 2011.
DELGADO, Gabriel Estides. A negociação social do espaço em Inferno provisório, de Luiz Ruffato. Brasília: Universidade de Brasília, 2014.
EBLE, Laeticia Jensen. Imagens convergentes: os anônimos de Oswaldo Goeldi e Luiz Ruffato. Brasília: Universidade de Brasília, 2011.
FERREIRA, Terezinha Perini. Caótica unidade: a narrativa de Luiz Ruffato em Eles eram muitos cavalos. Três Lagoas: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, 2009.
FRADE, Renata Loureiro. Literatura e mercado editorial no Brasil (Dos anos 90 à atualidade). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2005.
FRETTA, Cristiano. A relação forma literária e sociedade em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2013.
FRITZEN, Gecielli Estefânia. Uma leitura dos modos de vida e do trabalho fabril no romance De mim já nem se lembra, de Luiz Ruffato. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2015.
GAMA, Vítor Castelões. Laurence Sterne e Luiz Ruffato: convergências/divergências. Brasília: Universidade de Brasília, 2018.
GAZOLA, Paula Regina Filgueiras. Um flâneur contemporâneo: a degradada paisagem humana em Eles eram muitos cavalos. Juiz de Fora: Centro de Estudos Superiores de Juiz de Fora, 2014.
GONÇALVES, Adriane dos Santos. A escrita da história na ficção de Luiz Ruffato. Cidade de Goiás, Universidade Estadual de Goiás, 2024.
LOBO, Rosana Corrêa. Amores expressos: narrativas do não pertencimento. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2010.
LUIZ, Fabiano Mota. Presente contínuo: reflexões sobre a serialização do inacabável. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2017.
MACHADO, Valéria Aparecida de Sousa. O eu e o outro na violência do assalto: vozes e olhares que (re)velam no espaço do texto. Belo Horizonte: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2009.
MACIEL, Maria Lucia Souza. O processo de invenção ficcional em Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2015.
MATIAS, Ligia Borges. Investigações acerca do uso da narrativa no teatro contemporâneo. São Paulo: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2018.
MEDEIROS, Marco Aurélio Pinheiro de. O labirinto dos eus cambiantes: a questão da identidade em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2007.
MELO, Carlos Palácios Carvalho da Cunha e. Ficção, realismo e verdade: caminhos da literatura brasileira no século XXI. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2014.
NAKAMURA, Larissa Lacerda. A profissionalização do escritor: entre a literatura e o mercado. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2018.
NUNES, Matheus da Costa. A São Paulo de Alcântara Machado e Luiz Ruffato: duas versões de caos. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2022.
OLIVEIRA, Carolina. A experiência do sujeito migrante no mundo contemporâneo: uma leitura de Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2014.
OLIVEIRA, Giovana Paula Santiago de. Silêncio e som: o discurso do trabalho em obras de Drummond e Ruffato. Brasília: Universidade de Brasília, 2008.
OUROS, Emily Cristina dos. A contramão da realidade: ideologia e vida social em O ataque e em Frontal com fanta. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2017.
PAULA, Natacha Gomes de. Estratégias autoficcionais: Tessituras entre o subjetivo e o social em Flores artificiais, de Luiz Ruffato. Dourados: Universidade Federal da Grande Dourados, 2023.
PAULA, Simone Silva de. A cidade fera, quem poderá olhar-te nos olhos? Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2015.
PEREIRA, Rita Gabrielli. Ruínas no discurso, discurso em ruínas e o trabalho de Sísifo: considerações sobre a categoria da crítica literária a partir de Dois Irmãos, de Milton Hatoum, e Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Belo Horizonte, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2015.
PINTO, Silvânia Aparecida Vicentini. Um olhar sobre a obra De mim já nem se lembra, de Luiz Ruffato. Juiz de Fora: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2014.
PRUSCH, Vinícius de Oliveira. Narradores do neoliberalismo brasileiro: João Gilberto Noll e Luiz Ruffato. Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2023.
RICARDO, Marcela. Figuratividade e veridicção em contos de A cidade dorme, de Luiz Rufatto. Franca: Universidade de Franca, 2020.
RIGUETTO, Ingrid Zanata. Uma nova forma de narrar a história: a renovação do romance histórico em Luiz Ruffato. São José do Rio Preto: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2016.
RODRIGUES, Michele Pereira. O cronismo de Luiz Ruffato no El Pais: narrativas de resistência e engajamento. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2018.
RODRIGUES, Reginaldo de Souza. O mundo inimigo. Inferno provisório vol. II, de Luiz Ruffato: a representação dos trabalhadores das páginas para as telas. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2020.
ROSA, Lêda do Nascimento. As utopias geraes nas Minas de Ruffato. Juiz de Fora: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2005.
ROSA, Lêda do Nascimento. Paisagem, memória e esquecimento na Zona da Mata: uma análise de O verão tardio, de Luiz Ruffato. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2022.
ROSATI, Luiz Alfredo Reis. Ficções brasileiras atuais: literatura e realidade. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2006.
ROSTELLO, Luciana Greanin. Correspondências e conexões em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato: romance, poesia e arte. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2020.
RUIZ, Melissa Salinas. O trabalho feminino na atualidade: perspectivas a partir do conto Sorte teve a Sandra, de Luiz Ruffato. Cascavel: Universidade Estadual do Oeste do Paraná, 2018.
SANDRINI, Paulo Henrique da Cruz. Que romance é este? Uma análise estético-sociológica de Eles Eram Muitos Cavalos, de Luiz Ruffato. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2007.
SANTOS, Estela Pereira dos. Manifestações de violência(s): um estudo comparativo entre Não verás país nenhum, de Ignácio de Loyola Brandão, e Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 2018.
SANTOS, João Guilherme Dayrell de Magalhães. O Sensível Cinemático: des-montagens em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2011.
SANTOS, Maria do Carmo de Oliveira Moreira dos. Imagens urbanas: uma leitura dos signos da cidade contemporânea no espaço narrativo de João Antônio e Luiz Ruffato. Belo Horizonte: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2003.
SANTOS, Tayane Fernandes dos. “Pouco a pouco afundo”: Condição pós-moderna e memória em O verão tardio, de Luiz Ruffato. Teresina, Universidade Estadual do Piauí, 2026.
SCARAGGI, Elisa. O avesso do avesso. Una letteratura di São Paulo. Bologna: Universitá di Bologna, 2013.
SILVA, Amanda Trindade Martins da. Estilhaços da cidade: Uma leitura de Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana, 2017.
SILVA, Franciele Queiroz da. Fragmentos de um escritor: Ruffato em perspectiva(s). Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, 2012.
SILVA, Gisele Menezes da. A cidade e o caos: uma leitura do contemporâneo. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2009.
SILVA, Lucas Neiva da. A interação entre literatura e cinema no espaço ficcional da Cataguases de Luiz Ruffato: uma proposta de letramento literário e ampliação de repertório. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2019.
SILVA, Luciana Lima. Recriação, fragmentação e unidade em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Campinas: Universidade de Campinas, 2017.
SILVA, Marcela Ferreira da. Ficção em trânsito: configurações do urbano na narrativa de Luiz Ruffato. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2013.
SILVEIRA, Carolina Nalon. O escritor como autor de si mesmo: Luiz Ruffato na imprensa. Juiz de Fora: Centro de Estudo Superior de Juiz de Fora, 2017.
SILVESTRE, Ingra Cristina Gomes. Aspectos da outridade excluída em Eles eram muitos cavalos e O livro das impossibilidades, de Luiz Ruffato. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2016.
SOARES, Danillo Magnum. A Outridade Ilegitimada em Eles Eram muitos cavalos de Luiz Ruffato. Montes Claros, Universidade Estadual de Montes Claros, 2024.
SOARES, Raoni Damiano. Recordação e esquecimento em Inferno provisório: Volume I: Mamma son tanto felice, de Luiz Ruffato. Ouro Preto: Universidade Federal de Ouro Preto, 2017.
SOUSA, Camila Galvão. Personagens em trânsito: do trabalho à volta ao lar em O mundo inimigo (2005), de Luiz Ruffato. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2017.
SOUSA, Francisco Elieudo Buriti de. Os fragmentos do real em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Porto Velho: Universidade Federal de Rondônia, 2015.
TRAJANO, Roberta Torres. Sujeitos em trânsito: espaços urbanos em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2014.
VETRUGNO, Ludovica. Água parada, de Luiz Ruffato: analisi de una traduzione. Lecce: Università del Salento, 2019.
VIEIRA, Gabriel Carrara. Autonomia e referencialização em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2012.
XAVIER, Maria do Carmo Dias. A cidade como palco da (des)construção da subjetividade no romance Eles eram muitos cavalos. Juiz de Fora: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2010.
ZAMBERLAN, Lucas. A velocidade e a simultaneidade na configuração fragmentada da urbe em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2014.